Quem comprou imóvel na planta não precisa aceitar atraso, juros abusivos, taxas indevidas ou a devolução injusta como se fosse algo normal.
Analisamos seu contrato, identificamos os prejuízos e indicamos o caminho jurídico para buscar multas, devoluções e indenizações cabíveis no seu caso.
Passou por uma destas situações? Você provavelmente tem direito a reparação.
Se a entrega atrasou além do prazo contratual, pode haver direito à multa, indenização pelo período de espera e revisão de cobranças feitas durante o atraso.
Condomínio, IPTU, juros de obra e outras cobranças podem ser questionados quando aparecem antes da posse efetiva do imóvel.
Muitos contratos preveem penalidades duras contra o comprador, mas ficam em silêncio quando quem descumpre o prazo é a construtora.
Cada mês de atraso pode representar prejuízo real para quem comprou na planta e ficou impedido de usar o imóvel no prazo prometido.
No distrato, a construtora não pode simplesmente ficar com todo o valor pago. A retenção precisa respeitar limites e circunstâncias do caso.
Nem todo caso deve virar processo, mas todo prejuízo relevante merece ser analisado antes de aceitar a palavra da construtora.
A partir daí, você pode ter direito a multa, ressarcimento de aluguel e devolução de cobranças, mesmo ainda pagando o financiamento.
Muitas cobranças parecem normais até que o contrato, os prazos e os comprovantes sejam analisados com cuidado.
As chaves não saem, mas o prejuízo continua correndo mês após mês.
Aluguel, parcelas e outros custos podem continuar pesando enquanto a entrega não acontece.
Juros, taxas e correções podem parecer normais até que contrato, boletos e prazos sejam analisados com cuidado.
Antes de aceitar perder boa parte do que foi pago, vale entender o que a construtora realmente pode reter.
Atraso na entrega, cobranças indevidas, retenção abusiva das chaves ou defeito no imóvel podem parecer apenas "problemas da obra". Mas, dependendo do contrato, das datas e dos comprovantes, podem abrir caminho para medidas contra a construtora.
Quando a entrega passa da tolerância contratual, o prejuízo não pode ser tratado como simples espera.
Condomínio, IPTU, juros de obra, taxas e correções precisam ser conferidos antes de serem aceitos como definitivos.
Antes de assinar um distrato, vale entender se a retenção proposta respeita os limites aplicáveis ao seu caso.
Atraso de obra e correção monetária podem gerar uma conta maior do que aquela que foi apresentada na compra.
Infiltrações, rachaduras, acabamento inferior ou entrega diferente do prometido exigem análise técnica e documental.
A revisão do contrato, dos boletos e das datas ajuda a identificar se há valores, cobranças ou cláusulas que podem ser discutidos.
Cada situação depende do contrato, dos documentos e do histórico da compra.
A análise serve para entender se existe prejuízo juridicamente relevante e qual caminho faz sentido para você antes de qualquer decisão.
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Do primeiro contato à definição da estratégia jurídica personalizada.
Você relata o que aconteceu e envia as primeiras informações sobre o imóvel, a construtora e o problema enfrentado.
Verificamos contrato, boletos, comprovantes, mensagens, prazos e documentos de entrega para entender o cenário real do caso.
Apontamos o que pode ser discutido, quais pontos exigem atenção e se há indícios de cobrança indevida, atraso relevante ou retenção abusiva.
Explicamos os caminhos possíveis, os riscos envolvidos e as medidas que podem fazer sentido conforme os documentos analisados.
Quando cabível, conduzimos a negociação, notificação ou ação judicial necessária para defender seus direitos.
Você acompanha cada etapa por relatórios, com informações objetivas sobre o andamento do caso.
A reunião serve para entender o seu problema, analisar os documentos e indicar o caminho mais seguro para o seu caso.
Atuação em casos envolvendo imóvel na planta, atraso de obra, cobranças indevidas, distrato e prejuízos causados por construtoras.
A análise é feita a partir do contrato, dos boletos, das datas e dos documentos do caso, com explicação clara sobre o que pode ser discutido e quais caminhos fazem sentido.
A construtora costuma ter uma tolerância de até 180 dias além da data prometida para entrega, mesmo que isso nem sempre esteja escrito no contrato. Depois desse período, o atraso pode deixar de ser simples espera e passar a gerar consequências jurídicas. A análise das datas, do contrato e das comunicações da construtora mostra o que pode ser discutido no seu caso.
Sim. O fato de o contrato ainda estar em andamento não impede a análise. Em casos de atraso, cobrança antes das chaves, juros de obra, correção do saldo devedor ou retenção abusiva, é possível verificar se há valores ou medidas que podem ser discutidos.
Contrato de compra e venda, comprovantes de pagamento, boletos, mensagens trocadas com a construtora, proposta de distrato, se houver, e documentos sobre a data prometida para entrega ou entrega efetiva das chaves. Na análise inicial, indicamos se será necessário complementar algo.
Em alguns casos, sim. A assinatura de um acordo ou distrato não impede, por si só, a análise das condições aceitas. Retenções muito elevadas, cláusulas desproporcionais ou cobranças indevidas podem exigir uma avaliação mais cuidadosa. Mas o essencial é analisar antes de assinar.
Não. O atendimento pode ser feito on-line, com envio dos documentos por WhatsApp ou e-mail e reunião por vídeo. Isso permite analisar casos de compradores em diferentes cidades, com a mesma organização, sigilo e clareza do atendimento presencial.
Quando há atraso de obra, cobranças antes das chaves, juros indevidos ou retenção elevada no distrato, a decisão não deve ser tomada por pressão nem apenas com base na informação da construtora.
Entre em contato pelo WhatsApp para solicitar o agendamento de uma reunião e tome a decisão de forma segura.